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terça-feira, 15 de março de 2011

Vacinação contra sarampo em SP.

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu convocar as pessoas que irão viajar ao exterior ou a outros Estados brasileiros para que tomem a vacina contra o sarampo. A decisão foi tomada após a confirmação do primeiro caso de sarampo no Estado desde 2005.

O caso é de um morador de Campinas, no interior paulista, de 41 anos, sem documentação de vacina tríplice viral. Ele viajou para Orlando, nos Estados Unidos, em janeiro.

A medida do governo estadual, que serve para os que ainda não foram imunizados contra a doença, evitará que o sarampo circule no território paulista. Além dos viajantes, devem tomar a vacina profissionais de saúde e de educação e os profissionais que atuam no setor de turismo, como motoristas de táxi, funcionários de hotéis e restaurantes.

O Estado de São Paulo não apresenta casos autóctones de sarampo desde 2000. Em 2001, 2002 e 2005 foram identificados quatro casos importados ou vinculados à importação.

Os principais sintomas do sarampo são febre e manchas avermelhadas no corpo, acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite. Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.

By: Estadão

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Autorização para tomar vacina

Jovens com menos de 18 anos de idade não precisam da autorização dos pais para tomar a vacina contra hepatite B em campanha realizada na escola. É o que prevê uma nota técnica do Ministério da Saúde com orientação ao serviços de saúde e instituições de ensino que promovam campanha de imunização contra a doença.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê que o adolescente pode ser imunizado, quando procurar o serviço por iniciativa própria e desde que receba esclarecimento sobre a vacina. “Os adolescentes são responsáveis por seu atos quando a procura se faz de forma espontânea, desde que devidamente orientados pelos profissionais de saúde sobre o procedimento, sua importância e riscos”, diz a nota. A recomendação é que a escola avise os pais da data e hora da vacinação.

Segundo o Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Aids e Hepatites Virais do ministério, a nota técnica visa a facilitar o acesso dos jovens à vacina. Outra recomendação é que o jovem esteja com a caderneta de vacinação em mãos para que o profissional de saúde possa atualizá-la. Mas a falta do cartão não impede o profissional de aplicar a vacina, inclusive nos casos em que a criança e o adolescente estão sob a guarda do Estado ou quando não é possível saber o histórico vacinal.

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério informou não ter levantamento do número de escolas em que já foram feitas campanhas desse tipo, pois são iniciativas das equipes de saúde em âmbito regional.

A transmissão da hepatite B pode ocorrer pela relação sexual sem camisinha, da mãe infectada para o filho e ao compartilhar seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha, material para colocar piercing e fazer tatuagem e demais objetos que furam ou cortam. A maioria dos casos de hepatite B não apresenta sintomas. No entanto, os mais frequentes são: cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. O tempo entre a infecção e o surgimento dos primeiros sinais varia de um a seis meses.

O ministério aponta a vacina como uma das formas mais eficazes de prevenir a doença. É necessário tomar três doses para que a pessoa fique imune à doença. As doses são oferecidas nos postos de saúde.

By: Agência Brasil.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Vacina - saúde: utilidade pública

VACUNA CONTRA LA GRIPE A FABRICADA EN DRESDE

O Ministério da Saúde inicia em março a vacinação contra a influenza A (H1N1) - gripe suína. O cronograma da campanha de imunização é dividido em quatro etapas. Serão vacinados os trabalhadores da rede de atenção à saúde, indígenas, gestantes, portadores de doenças crônicas, crianças de 6 meses a 2 anos de idade, pessoas de 20 a 29 anos e idosos que têm doenças crônicas.

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