Subcribe And Share :

Twitter icon facebook icon Digg icon Technorati icon facebook icon Delicious icon More share social bookmark service

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Abastecer com álcool: vantagem em 12 Estados

alcool-763917

Com reajuste médio de 2,9% nas últimas quatro semanas, abastecer com álcool somente compensa em 12 Estados brasileiros.
Atualmente, o litro do álcool sai em média por R$ 1,647, contra R$ 1,60 no início de setembro. Em relação a junho, quando o combustível chegou ao valor mais baixo no ano (R$ 1,537), o preço subiu 7,1%.
Apesar da alta das últimas semanas, o álcool ainda está 16,9% mais barato do que em fevereiro, quando o preço do litro encostou em R$ 2 e atingiu o nível mais alto em 2010: R$ 1,983.
De acordo com a ANP, a opção pelo álcool ainda é vantajosa na Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
No Distrito Federal, não há diferença para o consumidor.
Nos demais Estados, o abastecimento com gasolina traz mais benefícios.
O litro mais caro do País está no Acre (R$ 2,363) e em Roraima (R$ 2,343). Os preços mais baixos foram registrados em Goiás (R$ 1,502) e São Paulo (R$ 1,508).
Apesar de ser mais barato do que a gasolina, o álcool tem consumo maior. De acordo com especialistas, encher o tanque com álcool só é vantajoso se o combustível custar até 70% do preço da gasolina. Entre 70% e 71%, a escolha é indiferente.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Demissão por justa causa para dependentes de álcool

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do Senado, aprovou hoje (4) projeto de lei que proíbe a demissão por justa causa do trabalhador que sofra de alcoolismo. Atualmente, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê que a “embriaguez habitual” é um motivo para a demissão por justa causa. A matéria segue, agora, para a apreciação da Câmara dos Deputados.

Nesses casos, a CLT ressalva que a demissão por justa causa só se dará quando o portador de alcoolismo, clinicamente diagnosticado, se recuse a fazer tratamento clínico. O relator da matéria, Papaléo Paes (PSDB-AP), ressaltou que o Regime Jurídico da União já garante a essas pessoas a não aplicabilidade da demissão mesmo diante da apresentação de sintomas mais comuns como as faltas rotineiras, sem justificativa, e o comportamento insubordinado.

O parlamentar tucano destacou que o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), autor do projeto, argumentou que o alcoolismo “já deixou de ser visto pela comunidade médica e pela sociedade em geral como uma falha moral, havendo consenso, nos dias atuais, se tratar de doença severa e altamente incapacitante, a demandar acompanhamento médico e psicológico para a sua cura”.

By: Agência Brasil

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mais de 70% dos estudantes brasileiros de 13 a 15 anos já consumiram álcool

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira apontou que mais de 70% dos estudantes entre 13 e 15 anos já experimentaram bebida alcoólica, cerca de 24,2% já fumaram cigarro e 8,7% usam droga ilícita.
Com relação ao consumo de cigarros, Curitiba (PR) sai na frente. Cerca de 35% dos estudantes entrevistados na cidade afirmaram  já ter experimentado tabaco. Em seguida vem Campo Grande (MT), com 32,7%. Outro dado importante é que pelo menos 31% dos entrevistados tinham responsáveis fumantes.
Segundo estimativas do estudo em torno da pesquisa, o tabaco deve provocar cerca de oito milhões de mortes nos próximos 20 anos.
A pesquisa também revela que 22,1% dos entrevistados já se embriagaram, sendo que as meninas representam a maioria. O consumo do álcool é mais comum entre estudantes de escolas particulares.
De todas as capitais pesquisadas, Curitiba mostrou o maior percentual de jovens que já se embriagaram e que consumiram algum tipo de droga ilícita.
Realizado pela Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, o estudo, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi feito com 490 mil estudantes.

By: eBand

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Álcool combustível terá outro nome no Brasil…

Os postos de combustíveis do país terão de exibir o nome etanol, em vez de álcool, em todas as bombas, painéis e quaisquer peças visuais, em até 270 dias, ou nove meses. A obrigatoriedade consta na Resolução nº 39 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), publicada na sexta-feira (11), no "Diário Oficial" da União e assinada pelo diretor-geral do órgão, Haroldo Borges Rodrigues Lima.
A medida vale para o etanol hidratado, utilizado no abastecimento dos veículos flex ou nos movidos exclusivamente pelo combustível, diferentemente do etanol anidro, que é misturado em 25% à gasolina e não é vendido em bombas.
O texto altera o parágrafo terceiro do artigo 10 da Portaria nº 116, de 5 de julho de 2000, da ANP, que passa a vigorar com a seguinte redação: "os revendedores varejistas de combustíveis que comercializarem álcool etílico hidratado combustível ou etanol hidratado combustível deverão exibir na bomba abastecedora de combustível, no painel de preços, e nas demais manifestações visuais, se houver, a denominação ´Etanol´, devendo, entretanto, ser mantida a nomenclatura de álcool etílico hidratado combustível ou etanol hidratado combustível na documentação fiscal".
É ainda alterado o artigo 13 da Resolução nº 36, de 6 de dezembro de 2005, da ANP, que determinava sobre a coloração do etanol anidro em tom laranja, para diferenciá-lo do hidratado, incolor e assim evitar a fraude chamada de "álcool molhado". Na prática, água era adicionada ao anidro, sobre o qual não incide o ICMS, que era comercializado como hidratado, cuja alíquota mínima é de 12%. As informações são do jornal Folha de Londrina.
Segundo a nova redação "fica estabelecida a obrigatoriedade dos revendedores varejistas de combustíveis automotivos fixarem nas bombas de Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC), para perfeita visualização do consumidor, adesivo com logotipo da ANP com os seguintes dizeres em letras vermelhas Arial, tamanho 42 em fundo branco: ´Consumidor, este etanol combustível somente poderá ser comercializado se estiver límpido e incolor´. Denúncias: 0800-900-267".
A iniciativa de alterar para etanol o nome nas bombas atende um pedido antigo dos usineiros, levado à ANP pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). A entidade, que representa usinas e destilarias do Centro-Sul do País, alegou que o nome álcool nas bombas era relacionado com o álcool consumido em bebidas alcoólicas.

By: E. V.

Os mais lidos